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21/12/2021

Como a Cummins contribui com a evolução da diversidade no setor automotivo

Nos últimos anos, o setor automotivo passou a olhar com mais atenção para a necessidade de aumentar a diversidade nas empresas. Segundo a pesquisa Diversidade no Setor Automotivo, feita por Automotive Business com a coordenação técnica da MHD Consultoria, saltou de 12 para 21% o porcentual de organizações do segmento que estão no estágio avançado ou maduro do trabalho para fomentar a inclusão. E a Cummins é uma das organizações que contribuíram para o aumento.

A empresa, que completa 50 anos no Brasil em outubro, desenvolve ações para ampliar a diversidade interna e externa e, com isso, contribui com a evolução do setor automotivo no Brasil.

Os dados apontam evolução gradual dentro da empresa. A população diversa de colaboradores cresceu de 38% em 2005 para 57% em 2021. Na questão de gênero, as mulheres representam 29% da Cummins. Em cargos de liderança, elas ocupam 39% da gerência/diretoria e 31% da supervisão ou coordenação.

“Para nós, diversidade é uma vantagem competitiva e um valor corporativo. Queremos oferecer um ambiente onde as pessoas se sintam acolhidas e confortáveis para ser quem são”, diz Marco Bologna, líder de diversidade da Cummins e diretor de compras para América Latina.

Brasil impulsiona a pluralidade

Segundo o executivo, a filial brasileira foi a pioneira em diversidade e inclusão na região, o que ajuda a acelerar o desenvolvimento do tema nos países vizinhos. Foi aqui que surgiram o comitê e os grupos de afinidade nos eixos de gênero, etnia, gerações, Pessoas com Deficiência (PcD) e LGBTI+, posteriormente replicados para outras operações da região.

Funciona assim: cada grupo tem sua estrutura, objetivos, desenvolvimento, orçamento e comunicação para trabalhar com autonomia na promoção de capacitações, mentorias, treinamentos, palestras e demais ações internas.

O grupo de PcD, por exemplo, promove cursos de Libras para os colaboradores. Além disso, ajuda a garantir a acessibilidade nas instalações da fábrica e no transporte para funcionários. Todas as reuniões e treinamentos da empresa contam com tradução simultânea.

Liderança engajada na promoção da diversidade

A companhia tem um ativo importante na busca por diversidade: o engajamento das lideranças – a exemplo do próprio Marco Bologna, que acumula a liderança do tema com o trabalho em uma área de negócios. Segundo ele, quem está à frente da companhia precisa mostrar a prioridade do tema. “Ao incentivar o olhar para a diversidade com ações top down, a inclusão se torna natural para toda a organização”, afirma.

O executivo conta que o compromisso com o tema começa já na porta de entrada para a companhia. A primeira etapa do recrutamento de talentos exige que metade dos candidatos para cada vaga seja do gênero feminino. E a seleção pelos gestores é feita sem qualquer identificação nos currículos dos candidatos e candidatas.

O olhar também é para o futuro e para além dos limites da empresa. Em 2020, a Cummins Brasil deu início ao programa global Cummins Powers Women, que tem como objetivo dar a mulheres e meninas mais espaço na sociedade, por meio do acesso à educação, saúde, capacitação e trabalho. Em São Paulo, cerca de 60 adolescentes entre 13 e 18 anos foram selecionadas para um programa intensivo de treinamento para desenvolver habilidades de liderança.

Diversidade como parte dos negócios

Do lado de fora, a empresa busca transformar o setor automotivo. A Cummins global é parte do BDR, grupo de empresas que compra mais de US$ 1 bilhão de fornecedores diversos.

Segundo Bologna, diretor de compras para América Latina, no Brasil, 14% das compras (de bens e serviços) são de empresas criadas ou lideradas por mulheres, pessoas negras, PcDs, LGBTI+, microempresas ou empresas filantrópicas, sendo que, para itens diretos, giram em torno de 4% e, nos itens indiretos, o índice é de 17%.

“Acreditamos na importância de promover o crescimento dos negócios em parceria com fornecedores que representam os valores da Cummins. Assim, garantimos a qualidade dos nossos serviços e ajudamos a transformar o setor”, aponta o executivo.

Para expandir essa gama de fornecedores, a empresa atua no Brasil em parceria com a WeConnect, organização que certifica se uma companhia pertence a uma ou mais mulheres em pelo menos 51%, de acordo com o padrão universal das principais corporações globais de compras.

E, neste ano, a Cummins firmou também parceria com a Integrare, associação sem fins lucrativos especializada em aproximar grandes corporações de empresários minoritários, como afrodescendentes, PcDs ou descendentes indígenas.

Natália Scarabotto, AB – 21/12/2021